A batalha da “Cura Gay”

Se está causando confusão “entre católicos gays e não gays” eu me pronuncio, porque entre gays e não gays não católicos é assunto para quem não se sente fiel da nossa igreja .

Em primeiro lugar há um livro no qual o Papa Francisco se pronuncia sobre este tema. Se não leu , já está nas livrarias. O Papa não julga, nem eu julgo. Não podemos! O mandamento é de Jesus.
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Mt 7,1: Não julgueis e não sereis julgados. Com a mesma medida com que medirdes os outros também sereis medidos. 
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Sobre os atos dos outros quem julga é Deus.
-mas existe um MAS-

PODEMOS CONCORDAR
PODEMOS DISCORDAR
E ATÉ OPINAR SOBRE
amigos gays,
heteros ou
LGBT

Se são suficiente filhos, irmãos e irmãos, sobrinhos e sobrinhas e amigos que confiam em nós para saber que não estamos julgando .

“Te amo, mas não apoio seus relacionamentos. Você fez as suas escolhas e eu fiz as minhas”

Veja também:
A igreja e os homossexuais
Te gosto, mas não te assumo

É bom para eles e elas que saibam o que pensamos sobre suas relações e seus amores. E, se um dia, sem ofensa nem desrespeito, nos procurarem querendo nossa opinião ou nossa opinião, demo-la tranquilamente, sem ferir.

Há gays que não aceitam ser “curados” porque não se sentem doentes por amar ou gostar de pessoas de mesmo sexo.

Há gays que se sentem confusos com seus sentimentos e pedem orientação.

Pecado ou não pecado; estando ou não estando na sua Bíblia ou no Alcorão; estando ou não sendo leitores do catecismo, para grande número deles pouco importa. Sentiram, escolheram e resolveram. Não precisam mais da Igreja para seus afetos. Nem aceitariam orientação que não pediram!

Além disso não são pederastas, nem sujos, nem vão com qualquer um, não se vendem por sexo, e se os pais proíbem seu romance em suas casas, obedecem às normas da casa paterna e não os desafiam. Estão longe de serem “safados” ou “desequilibrados”.

Mas aos que pedem a opinião de um padre, que os padres mostrem os documentos da nossa Igreja que versam sobre este assunto. Que os pastores opinem segundo suas igrejas .

“Cura gay ” ou não “cura”, o fato é que a psicologia e a psiquiatria a terapia do aconselhamento dispõem de conhecimentos sobre certas situações que fogem ao controle da pessoa que sente paixão por alguém do mesmo sexo, da mesma forma que ajudam quem está apaixonado por alguém de outro sexo e não consegue se controlar.

Neste caso, havendo desrespeito e descontrole entre pessoas sobre comportamento sexual, a ponto de violência ou depressão, não há porque combater quem quer ser ajudado .

Parece que o termo “CURA GAY” virou cavalo de batalha. Então que se usem outros termos! Mas o certo é que há quem não aceite nem precise de opinião sobre seus sentimentos . Outros pedem e querem. Vão fazer passeata e proibir quem quer ser ajudado porque está sofrendo é confuso?

Nem os héteros mandam nos gays nem eles nos héteros; nem um gay tem o direito de proibir um gay de buscar ajuda para o que para ele é confuso !

Já está na hora de por isto em pratos limpos. Quer ajuda, procure! Não a quer, siga as normas, pelo menos as da sua casa e da sua instituição! Em todos os campos existem regras, direitos e deveres.

Respeito é bom e todo mundo sereno e bem educado gosta!

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